Malleus Holoficarum

A Verdade, seja ela qual for, contra quem for, a favor de quem quer que seja, não é monopólio de nenhuma pessoa ou instituição pública ou privada, religiosa ou secular, abastada ou não. A Verdade não é só minha, nem é só sua. A Verdade pertence à Humanidade. A Verdade é patrimônio de todos os povos. Portanto, a Verdade deve ter trânsito livre e ser acessível a todos, independente de cor, credo, sexo, condição social ou instrucional. A Verdade deve ser não somente um Direito Universal, mas também um Dever Universal. Todos devem sempre buscá-la para ser, por todos ou pelo máximo de pessoas, praticada, divulgada, perseverada e estimulada. A Verdade deve ser garantida por Lei, por Programa Social, por Educação e por Instrução. Se devidamente instruído na Verdade fosse todo o povo, constituiria ele uma sociedade; melhor dizendo, uma comunidade salutar, pacífica, construtiva e altruísta. Aquela celebrada pelos poetas e laborada pelos grandes estadistas já extintos, porque sem a Verdade, não é possível a existência de estadistas, apenas dos inquinados das urnas. A Verdade então é Direito e Dever, uma necessidade de todos, hoje e sempre. – Carlos Cobalto

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Resposta de Antonio Caleari às críticas do professor Robert Sean Purdy

 

Moção de Repúdio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP contra o livro “Malleus Holoficarum”